Como renegociar as suas dívidas no SPC e Serasa

Neste ano de 2018, com o desemprego e alta inflação, muitas pessoas acabaram se endividando. Como sair das dívidas e terminar o ano no azul? Antes de tudo, muita organização e disciplina são necessárias para colocar as contas em dia.

O primeiro passo é consultar o seu CPF e Serasa para conhecer sua situação financeira! Consulte já clicando aqui.

Veja os passos para equilibrar as contas:

1) Cálculos reais: se tentar renegociar a dívida com o banco, saiba se terá condições de pagar o acordo. Por isso, saiba sua renda líquida, subtraia os gastos essenciais, como contas e despesas com habitação e alimentação. O que restar irá para as dívidas.

2) No banco, converse com o credor. Muitas vezes o banco já tem uma proposta, mas você pode e deve estabelecer suas limitações, a fim de ter flexibilidade para pagar.

3)Monte uma hierarquia para pagamento: comece sempre pela instituição que tem juros mais altos, para que suas dívidas possam ser controladas e os acréscimos a serem pagos não sejam altos.

4) Feirões de Renegociação: nesta época do ano muitos bancos estão fazendo feirões para renegociar dívidas. É a oportunidade, caso seu banco seja parceiro, de pagar dívidas com descontos.

5) Evite mais empréstimos: coloque na ponta do lápis se vale a pena um empréstimo ou não. Muitas vezes os juros de um empréstimo são maiores que os da dívida em si, colocando você no aperto por muito mais tempo.

Cortar os gastos supérfluos também é uma forma de fazer o dinheiro sobrar no fim do mês. Isso vale a pena, pois com o nome sujo no SPC/SERASA, fica inviável para o consumidor pedir cartões de crédito, financiar imóveis, por exemplo. Portanto, organização pessoal é fundamental para sair das dívidas.

Analise o contrato do banco, para que não haja juros abusivos ou cobranças indevidas. Caso encontre irregularidades, isso deve ser levado ao Banco Central e PROCON para que o argumento seja utilizado na renegociação. Caso seja inviável entrar em acordo com seu banco, pesquise por outros. Muitos bancos aceitam dívidas de outros, sem precisar abrir conta corrente. Não entre em pânico ou se intimide com as instituições. As defensorias públicas do seu estado podem ajudar na argumentação.